Microfones com fio ou sem fio: guia de compra para palco e apresentações
Salão Musical de Lisboa Loja de instrumentos musicais desde 1958
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Microfones com fio ou sem fio: guia de compra para palco e apresentações

Publicado por2026-02-12 por 30
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Guia prático para escolher entre microfone com fio e microfone sem fio. Vantagens, limites, cenários de uso e dicas de teste para palco, auditórios e apresentações.

Se estão a pensar comprar um microfone, já devem ter tido esta dúvida: com fio ou sem fio? A escolha parece simples, mas o uso pretendido e as condições que têm, sobretudo em palco, em auditórios e em eventos onde várias pessoas intervêm, são factores que irão determinar a vossa escolha.

Neste guia, vamos ajudar-vos a perceber as diferenças, as vantagens e as desvantagens de cada opção, como funcionam num cenário real, seja em palco, auditório, escola, igreja, conferência, banda, orador, ou contexto de formação. No fim, poderão decidir qual é a melhor solução para o vosso caso e temos algumas sugestões para não terem que procurar muito pelas melhores opções.

Índice

Microfone com fio ou sem fio: como decidir em 2 minutos

Vantagens e limites dos microfones com fio

Vantagens e limites dos microfones sem fio.

Como funciona um microfone com fio e sem fio

Transmissor, cápsula e recetor

Cenários de uso: escolher o sistema certo para o vosso contexto

Cantor ou banda em palco pequeno

Banda com vários elementos e trocas rápidas

Vocalista que toca guitarra ou teclas

Apresentações em auditório, igrejas, escola ou instituição

Teatro, dança e eventos corporativos

Equipa técnica e orçamento reduzidos

O que avaliar antes de comprar um microfone

Fiabilidade em palco

Autonomia e rotina de pilhas

Conforto, ruído de manuseamento e consistência de voz

Como testar na loja e no primeiro ensaio

Modelos de microfone com fio e sem fio: guia de compra rápido

Microfones com fio

Shure SM58 LCE

Shure Beta 58A

sE Electronics V7 e V7 Black

Shure PGA58

Shure PGA58 BTS

Shure SM48 LC

sE Electronics V2 Switch

Microfones sem fio

Shure BLX24E PG58

Shure BLX24E SM58

Shure BLX24E B58

Shure GLXD14E SM35 Z2

Como escolher em 20 segundos

Conclusão: a escolha certa para o vosso palco e o vosso espaço

Microfone com fio ou sem fio: como decidir em 2 minutos

Façam estas duas perguntas.

  1. O utilizador do microfone (sejam vocês ou outro) preciso mesmo de se mexer com liberdade, enquanto fala ou canta? Se a resposta for sim, o sem fio ganha peso. Se a resposta for não, o microfone com fio é a solução mais simples e com menos possibilidades de falha.
  2. Quem vai operar o microfone? Se é sempre a mesma pessoa, com alguma rotina, o sem fio é fácil de gerir. Se é um sistema em que qualquer pessoa pode pegar e usar, como em escolas, associações, auditórios e instituições, o com fio tende a ser mais previsível.

Há um terceiro critério que resolve muitas indecisões. Qual é o plano B? Se o evento é importante, convém terem um microfone com fio pronto a usar, mesmo que a escolha principal seja sem fio.

Leiam Microfones dinâmicos e de condensador: as diferenças

Vantagens e limites dos microfones com fio

Um microfone com fio continua a ser a compra mais sensata em muitos casos. É fiável desde que o cabo seja fiável e não necessita de mais nenhum tipo de equipamento.

Funciona muito bem em auditórios com púlpito fixo, em salas de ensaio, em pequenos bares, em escolas e em situações em que o microfone fica num tripé e a pessoa fala ou canta quase sem se mover. Também é excelente como primeiro microfone, para aprenderem técnica de captação e ganharem consistência antes de acrescentarem variáveis.

Outra vantagem, para alguns engenheiros de som, é que para o encontrar no meio do caos (às vezes acontece) basta seguir o cabo. Um microfone sem fio pode desaparecer no meio da multidão em demonstrações de crowdsurfing ou quando é arremessado por um vocalista frustrado com problemas de som (também já aconteceu).

Por serem um equipamento que funciona por si só, é também mais barato que um modelo sem fios.

Vantagens e limites dos microfones sem fio.

A maior vantagem é, obviamente, a mobilidade. Podem circular em palco, ir para o meio do público, mudar de posição sem terem que puxar cabos atrás e sem risco de tropeções (vossos ou alheios). Para cantores que estão sempre a correr de um lado para o outro, ou oradores que gostam de interagir com os espectadores, esta solução muda completamente a dinâmica do espetáculo, palestra ou cultos em igrejas.

A preparação é fundamental. Antes do evento começar é preciso percorrer uma checklist para que tudo corra bem: pilhas novas e verificadas; teste de som com movimento, não só parados. E um plano B com microfone com fio, sobretudo em eventos institucionais e apresentações de maior impacto.

Depois há a parte técnica e logística. Um sistema sem fio usa um recetor e um transmissor, que precisam de alimentação. O sinal é transmitido num canal que pode sofrer com interferências externas, que devem ter em conta, apesar de ser cada vez menos comum.

Estabelecendo uma rotina, o sem fio passa a ser tão natural quanto um microfone com fio.

Conheçam os Microfones sE Electronics: microfones para palco e estúdio

Como funciona um microfone com fio e sem fio

Os microfones com fio e sem fio funcionam da mesam maneira na fase de captação. A forma como o som é transmitido é que muda.

Transmissor, cápsula e recetor

A cápsula é a parte que capta a voz, é a quela parte que está protegida sob a grelha do microfone. Mesmo sem entrarem em especificações, vale a pena saber isto. A sensação de voz, a forma como o microfone responde a plosivas e o comportamento com monitores dependem muito desta parte.

Captado o sinal, muda a forma como ele é transmitido: o microfone com fio usa um cabo, normalmente um XLR; o microfone sem fio usa um transmissor rádio.

Num microfone de mão, o transmissor está integrado no próprio microfone. No caso de um headset, o transmissor costuma ser um caixa que pode ser colocado num bolso ou preso por um clip ao vestuário.

O recetor recebe o sinal e envia-o para o sistema de som. Se as pilhas estão boas, se o canal não tiver interferências, se não houver bloqueios no sinal, o som é igual a um microfone com fio.

Cenários de uso: escolher o sistema certo para o vosso contexto

Agora que percebem as questões técnicas, vamos para as utilizações práticas, para que invistam no equipamento ideal para a vossa situação.

Cantor ou banda em palco pequeno

Se cantam num palco pequeno e ficam quase sempre no mesmo sítio, um microfone com fio é a melhor opção. Invistam num tripé de qualidade para poderem ter as mãos livres, se também tocarem um instrumento ou se quiserem ser mais expressivos.

Se o palco é pequeno, mas gostam de circular e falar com o público, um sistema sem fio oferece outro tipo de dinâmica.

Se comprarem um microfone sem fio para um palco pequeno, para depois ficar sempre no mesmo sítio, estão a pagar por vantagens que não aproveitam.

Banda com vários elementos e trocas rápidas

Quando há vários músicos e entradas rápidas, o sem fio ajuda porque reduz a quantidade de cabos em zonas de passagem. Também facilita quando o vocalista precisa de se virar para comunicar com a banda sem ficar preso ao centro do palco.

Muitas bandas ficam bem servidas com uma configuração mista. Um microfone sem fio para o vocalista principal e microfones com fio para as restantes vozes ou como reserva. O cabo é um plano B imediato e salva atuações.

Vocalista que toca guitarra ou teclas

Aqui o problema é óbvio, se tocam um instrumento precisam das mãos livres. A solução com fio implica um tripé, ou vários tripés e microfones pois há vocalistas que tocam instrumentos diferentes e apenas em algumas músicas, e têm que se deslocar em palco, pontualmente.

Um microfone sem fio pode ser a solução, mas implica que o vocalista esteja atento ao seu posicionamento no tripé, o que é mais uma coisa em que tem de pensar. Um microfone com fio fixo, com um canal já definido na mesa de mistura, é sempre a solução mais simples. A música acaba, o vocalista volta ao ponto de partida, baixa-se a via e abre-se a do microfone que ele vai usar a seguir.

Em alguns tipos de atuações, como as que usam coreografias elaboradas, e os vocalistas estão a dançar, um microfone sem fios é uma opção pois reduz o risco de haver bailarinos a tropeçar em palco. A solução ideal para atuações mais complexas é um headset sem fio, que pode ser também útil para teatro, musical ou não.

Microfone headset, sem fios

Microfone headset, sem fios

O ponto prático é este. Headset exige alguma adaptação. A distância à boca é fixa. Isso é ótimo para consistência, mas obriga-vos a controlar melhor a dinâmica e a articulação. Se falam muito alto e muito perto, podem saturar o sistema de som. Se falam baixo, o som pode perder presença. O teste antes de começar é parte do trabalho.

Mesmo como público, vejam como os artistas usam este tipo de microfones e como se adaptam a eles. É preciso que ensaiem com este sistema e se habituem, especialmente os que se habituaram ao microfone como âncora para estarem em palco.

Vejam a Lista de equipamento essencial para vocalistas

Apresentações em auditório, igrejas, escola ou instituição

Aqui a questão é quem vai usar o microfone.

Se são apresentações com pessoas diferentes a cada sessão, a simplicidade decide. Um microfone com fio num tripé, com regras simples de uso, costuma gerar menos problemas. Se o orador fica perto do púlpito, o microfone com fio é uma escolha segura.

Se o orador circula e precisa de apontar para slides, interagir com o público ou conduzir dinâmicas, o microfone sem fio oferece mais liberdade.

Apresentações no formato TED Talks podem beneficiar de um headset sem fios já que remove um elemento estranho e permite aos oradores expressarem-se de forma mais natural.

É que falar para um microfone exige alguma habituação, e a maioria das pessoas já está preocupada com falar em público, lembrar-se do que tem para dizer e de como o vai dizer. Remover a questão técnica da proximidade e de falar sempre para o microfone (especialmente pessoas que falam muito com as mãos) ajuda a que tudo corra sem dificuldade.

Leiam Como não usar o microfone: 5 erros comuns na utilização do microfone

Teatro, dança e eventos corporativos

No teatro, a clareza de discurso manda e a estética importa. Aqui, o headset é quase sempre a solução mais limpa. Permite manter volume e inteligibilidade mesmo com movimento. Também reduz o ruído de manuseamento, que aparece muitas vezes em microfones de mão.

Como dissemos anteriormente, se há encenação, coreografia ou várias entradas, precisam de testar em movimento e com o som do espaço. Os atores, cantores e oradores precisam de saber falar para este sistema, que tem uma sensibilidade diferente dos microfones normais. Evitem usar este sistema em situações em que o utilizador não está habituado a falar com microfone e não há possibilidade de ensaio.

Equipa técnica e orçamento reduzidos

Em contextos com uma equipa técnica reduzida ou pouco experiente, quanto menos surpresas e imprevistos, melhor. Muitas vezes, isto significa ter a opção de microfone com fio sempre que possível e usar microfones sem fio só quando a mobilidade é indispensável.

Se o orçamento é apertado e está a começar, comprem primeiro um bom microfone com fio. Vão aprender a técnica base que irão usar em qualquer sistema de som e vão ter um plano B para sempre. Quando sentirem que a mobilidade é uma necessidade real, então faz sentido passar para um microfone sem fio.

Conheçam o Shure SM57: o microfone mais versátil de sempre

O que avaliar antes de comprar um microfone

O microfone com fio é fácil de comprar. Existem opções muito acessíveis e duradouras, tão fiáveis que, se tiverem problemas, muito provavelmente têm origem nos acessórios (cabos, mesas, tripés). Se não sabem que tipo de microfone devem escolher, leiam o nosso artigo dedicado aos vários tipos de microfone que existem no mercado.

Leiam o nosso Guia rápido para escolher um microfone

Um sistema sem fios - porque é isso que estão a comprar, não apenas um microfone mas um sistema de captação e transmissão de sinal áudio - exige outra atenção.

Fiabilidade em palco

O vosso objetivo é reduzir variáveis. Comprem um sistema completo e criem rotinas. Não deixem tudo para o dia do evento. Se houver ensaio, usem o sistema no ensaio. Os utilizadores têm que se habituar ao sistema, seja um modelo de mão ou um headset.

Ou seja, o cantor, ator ou orador tem que se lembrar onde pousaram o microfone quando foram tocar um instrumento ou precisaram usar as mãos para fazer alguma coisa. No caso de um headset, têm que criar o hábito de aprender a falar e a cantar com ele.

Quem está a operar a mesa também tem que saber o que é que deve ser transmitido ou não. Como pode ser levado para qualquer lado, é natural que o utilizador se esqueça de que tem um microfone ligado quando sai da área de atuação. Isto evita embaraços e ruído.

Autonomia e rotina de pilhas

Tratem as pilhas como parte do equipamento. Guardem pilhas extra no saco do microfone, e guardem mais noutro saco, porque vai chegar o dia em que vão precisar dessa reserva. Criem o hábito de as trocar e verificar antes de eventos importantes. Isto evita a falha mais comum em microfones sem fio, que é ficar sem energia para o transmissor, especialmente quando o evento dura mais do que o esperado.

Por isso, devem analisar a autonomia do microfone, tanto em distância de transmissão como em duração de utilização. E, depois de o comprar, testar essa autonomia. E lembrem-se que as pilhas não são todas iguais. Vejam as que vos oferecem maior fiabilidade e previsibilidade e comprem um monte delas.

Conforto, ruído de manuseamento e consistência de voz

Isto serve para microfones com fio e sem fio. Se usarem um microfone de mão, segurem-no como vão segurar em palco. Falem e cantem. Movam-se. O ruído de manuseamento e a forma como o vosso som se mantém consistente são muito importantes, assim como se fala ou canta para eles.

Sempre que possível, ensaiem com o utilizador do microfone. Há quem goste de tamborilar com os dedos no corpo do microfone, o que, num concerto, não afeta muito, mas em conferências nota-se. Há também quem esteja sempre a espremer o microfone com os nervos, e quem se esqueça de falar para ele, criando variações de volume. Quanto mais nervoso e inexperiente for o utilizador, melhor o uso de um tripé, bem ajustado à altura do utilizador.

Com um headset, testem conforto e estabilidade. Um headset que escorrega ou incomoda fisicamente vai distrair o utilizador durante a atuação.

Como testar na loja e no primeiro ensaio

Apesar de existir uma forte probabilidade de comprarem o vosso microfone online, podem sempre fazê-lo em presença numa loja. É sempre amelhor solução, apesar de haver limitações. Nem sempre dá para experimentar o microfone ligado a um PA e, se isso acontecer, é num espaço que não reflete as condições reais de utilização.

Mas, mesmo com headphones, podem ter uma ideia de como o microfone reage à voz e à manipulação.

Primeiro, testem discurso e canto. Alternem entre voz falada e cantada, mesmo que sejam oradores. A voz muda e o microfone responde de forma diferente.

Segundo, testem distância. Aproximem e afastem. Isto mostra-vos como o microfone reage ao efeito de proximidade: quanto mais perto, mais pronunciados ficam os graves, e menos detalhe nos médios e agudos.

Terceiro, testem como funciona o vosso microfone em movimento. O sistema sem fios existe para isto. Se só o testarem parados, não sabem como é que o sistema funciona com bloqueios físicos, até que distância o sinal se degrada, se é sensível a interferências. Com fio, o cabo provoca ruído quando se movem? Um bom microfone estará bem isolado mas alguns modelos mais baratos podem criar esse problema.

Quarto, testem plosivas. Digam frases com P e B. Se o som estala, precisam de ajustar técnica e, em alguns casos, posição. Não é um problema do microfone, é uma competência técnica de quem o vai usar. Vejam esponjas e se o microfone tem um pop filter integrado. No geral, basta saber para onde falar ou cantar, e ajustar de acordo com a intensidade. É algo que se aprende e ensaia.

Modelos de microfone com fio e sem fio: guia de compra rápido

Aqui ficam recomendações de microfone com fio e sem fio, para cada um dos cenários que abordámos e que podem comprar no Salão Musical.

Microfones com fio

Shure SM58 LCE

Ideal para: voz ao vivo em palcos de todos os tamanhos, ensaios, salas de espetáculo, bandas de covers.

Porquê escolher: é uma referência para voz por ter resposta ajustada para canto e fala, filtro anti pop integrado e padrão cardioide, o que ajuda a isolar a voz e a reduzir ruído de fundo.

Nota: se precisam de mais rejeição lateral e mais foco em palco (por exemplo, bateria muito perto), podem preferir um modelo supercardioide.

Shure
SM58-LCE

Shure SM58-LCE

Shure Beta 58A

Ideal para: palco com volume alto, monitores próximos, situações com maior risco de feedback.

Porquê escolher: padrão supercardioide e resposta pensada para realçar a clareza da voz, com boa rejeição de som fora do eixo, o que costuma ajudar em ambientes exigentes.

Nota: o padrão supercardioide pede colocação mais cuidada dos monitores. Funciona muito bem quando o sistema está montado com atenção.

Microfone
Shure Beta 58 A

Microfone Shure Beta 58 A

sE Electronics V7 e V7 Black


Ideal para:
voz ao vivo e ensaio quando querem um som claro e um microfone que aguente palco, com boa margem antes de feedback.

Porquê escolher: a própria marca destaca captação supercardioide, som aberto e “muito ganho antes de feedback”. A versão Black é a variante estética totalmente preta.

Nota: como em qualquer supercardioide, a posição em palco e dos monitores influencia muito o resultado.

Microfone
SE Electronics V7 Black

Microfone SE Electronics V7 Black

Shure PGA58


Ideal para:
quem quer um microfone vocal competente para começar, para ensaios, pequenos palcos e uso regular sem complicações.

Porquê escolher: foi desenhado para voz e existe em várias configurações, incluindo versões com interruptor.

Nota: se estão a montar o primeiro kit, confirmem se precisam de cabo e suporte. Isso depende do pack.

Microfone
Shure PGA 58 XLR Performance Gear Alta

Microfone Shure PGA 58 XLR Performance Gear Alta


Shure PGA58 BTS


Ideal para:
primeira compra com tudo o essencial para começar já.

Porquê escolher: o kit inclui o PGA58, cabo XLR e suporte tipo tripé, o que evita compras separadas e acelera a montagem.

Nota: é a opção “resolver já” para voz. Se mais tarde precisarem de outra resposta ou outro padrão, podem fazer upgrade mantendo acessórios.

Microfone
Shure PGA 58 BTS Performance Gear Alta com Cabo e Suporte

Microfone Shure PGA 58 BTS Performance Gear Alta com Cabo e Suporte

Shure SM48 LC

Ideal para: discurso e canto quando querem controlar melhor o efeito de proximidade, sobretudo se têm tendência a encostar muito o microfone.

Porquê escolher: a resposta de frequência inclui corte nos graves, o que ajuda a não “engordar” demasiado o som quando estão muito perto da grelha.

Nota: se gostam de um som mais cheio e grave na voz, este comportamento pode não ser o mais adequado. Depende do gosto e do contexto.

Microfone
Shure SM 48 LC

Microfone Shure SM 48 LC

sE Electronics V2 Switch

Ideal para: conferências, talkback, avisos e situações em que ligar e desligar o microfone é útil.

Porquê escolher: a versão com interruptor facilita a gestão do microfone em contexto de fala, eventos e uso partilhado.

Nota: o interruptor é uma vantagem prática, mas exige hábito para evitar cliques e esquecimentos em palco.

Microfone
SE Electronics V2 Switch

Microfone SE Electronics V2 Switch

Microfones sem fio

Aqui a lógica é sempre a mesma. Estão a escolher um sistema que inclui recetor e transmissor de mão, e a principal diferença está na cápsula usada no transmissor.

Shure BLX24E PG58

Ideal para: quem quer entrar no sem fio com configuração simples e orçamento controlado, para voz em palco e apresentações.

Porquê escolher: é a opção de entrada desta família, pensada para dar mobilidade com um sistema simples de operar.

Nota: sem fio implica gestão de baterias e atenção ao ambiente de rádio.

Microfone
Shure Sistema sem Fios de Mão BLX24E PG58H8E

Microfone Shure Sistema sem Fios de Mão BLX24E PG58H8E

Shure BLX24E SM58

Ideal para: quem já gosta do comportamento do SM58 e quer a mesma lógica sonora com liberdade de movimentos.

Porquê escolher: mantém a referência do SM58, muito familiar para quem já cantou com este tipo de microfone.

Nota: confirmem sempre a compatibilidade do sistema com o espaço e as condições de utilização, sobretudo em eventos com muitos sistemas sem fio.

Sistema
Microfone Receptor Emissor Completo Shure BLX24E SM58 H8E

Sistema Microfone Receptor Emissor Completo Shure BLX24E SM58 H8E

Shure BLX24E B58

Ideal para: palco mais exigente, com volume alto e maior risco de feedback, quando a mobilidade é essencial.

Porquê escolher: usa a cápsula baseada no Beta 58A, conhecida por padrão supercardioide e boa rejeição fora do eixo, o que pode ajudar em situações complicadas.

Nota: tal como no Beta 58A com fio, a colocação em palco influencia muito o resultado.

Sistema
Microfone Receptor Emissor Completo Shure BLX24E SM58 H8E

Sistema Microfone Receptor Emissor Completo Shure BLX24E SM58 H8E

Shure GLXD14E SM35 Z2

Ideal para: quem precisa de voz com mãos livres com um headset, seja a cantar enquanto toca, a dar aulas, a apresentar, ou a mover-se em palco sem depender de um microfone de mão.

Porquê escolher: sistema digital com gestão automática de frequência e true digital diversity para um sinal fiável, combinado com o headset SM35 (condensador cardioide) pensado para performance vocal com mãos livres.

Notas: confirma sempre se o formato headset é o mais prático para o vosso uso. Em ambientes com muito tráfego de rádio, a estabilidade pode depender do contexto, por isso convém testar e planear bem o setup.

Microfone
Shure Sistema sem Fios Headset GLXD14E SM35 Z2

Microfone Shure Sistema sem Fios Headset GLXD14E SM35 Z2

Como escolher em 20 segundos

A escolha mais segura e universal para voz em palco, com fio: SM58 LCE.

Para palcos barulhentos, com possibilidade de mais foco e controlo de feedback:

  • Com fio: Beta 58A
  • Sem fio BLX24E Beta 58

Boa relação qualidade preço para começar: PGA58

Boa relação qualidade preço para começar com um kit completo: PGA58 BTS.

O uso principal é discurso, utilização em conferências e gestão rápida do microfone:

  • V2 Switch ou um modelo com interruptor na gama PGA.

Conclusão: a escolha certa para o vosso palco e o vosso espaço

A decisão é fácil quando olham para o uso real e prático que vão dar ao microfone.

Se precisam de mobilidade, o sem fio faz sentido, desde que criem uma rotina mínima de teste e pilhas. Se o vosso uso é mais fixo, o com fio dá-vos simplicidade e fiabilidade com excelente retorno.

O passo seguinte é prático. Identifiquem o vosso cenário principal, escolham uma solução alinhada com esse cenário e testem com a vossa voz, no vosso espaço, com o vosso sistema de som. É aí que a decisão deixa de ser teórica e passa a ser óbvia.

Visitem a loja online do Salão Musical e vejam que outros microfones e acessórios temos para que tenham sempre o melhor som, sem problemas.

Foto MD Duran / Unsplash

Tag: microfones
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